Aprovação

G1 reúne mais de 4 mil notícias de violência contra a mulher em 10 anos

Anúncio de garotas agredidas 232026

Nos 10 anos da Lei Maria da Penha, o G1 compilou reportagens publicadas de até julho de — período que compreende a vigência da lei. Baixe a planilha com os links das reportagens de cada estado. Ela diz que foi agredida e teve as costelas quebradas quando os dois estavam em Nova York, em 21 de maio deste ano. Leia mais sobre o caso. Por volta das 13h30, Lindemberg Alves, de 22 anos, invadiu o apartamento, armado, e manteve o grupo refém. Nayara, a quarta adolescente refém, chegou a ser libertada no dia seguinte, mas voltou para ajudar nas negociações.

Parceiros do mal

Acho que tudo isso fez com que ele perdesse a cabeça. O desabafo acima foi feito por telefone. Do outro lado da linha, Renata Albertin, cofundadora do Mete a Colher, rede colaborativa que ajuda mulheres a saírem de relacionamentos abusivos, se preparava para orientar mais uma vítima de violência doméstica durante a pandemia. Com receio de que o homem, mais presente em casa, tome uma atitude agressiva, explica Renata. Para Renata, que se dedica a pesquisar a rota julgamento da violência doméstica, a medida é importante para facilitar o caminho das mulheres que decidem sair de um relacionamento abusivo. É um processo muito difícil e tortuoso, por isso exige a necessidade de informações precisas. Isso enfraquece a autoconfiança, como também a autoestima. Ela passa a se sentir incapaz de ter o controle de sua própria vida, comenta Renata. A ONG Think Olga, por exemplo, divulgou um relatório em abril sobre os agravantes das desigualdades neste contexto de pandemia segundo a lente de natureza.

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A ideia é oferecer um espaço onde essas mulheres possam ser ouvidas sem julgamentos e receber orientações. A outra é Marisa Marega, que também atua como escritora. O grupo também fatura com o auxílio de advogadas, psicólogas, promotoras e profissionais em geral que estejam devidamente preparados para entrar em contato com as vítimas, além do contato de uma lista de Delegacias da Mulher e instituições como os Creas Centros de Referência Especializados de Assistência Social. O grupo é recolhido e as mediadoras têm uma série de critérios para permitirem a garantia de alguém nele. O rigor visa evitar que possíveis agressores usem os perfis das vítimas para entrar no grupo. No grupo de apoio, ela teve a chance de contar seu relato e de se sentir compreendida por outras mulheres. Geral , Notícias.

O aumento da violência contra a mulher na pandemia de Covid-19: um problema histórico

A violência física — da qual pelo menos uma menina ou mulher é vítima a cada dois segundos no Brasil, conforme adverte o site Relógios da Violência, do Instituto Maria da Penha — pode ser entendida quanto todo ato que afeta diretamente o corpo da mulher. Segundo Relógios da Violência, a cada 1,4 segundo uma mulher é vítima de assédio e a cada nove minutos uma mulher é vítima de estupro no Brasil. A violência sexual é identificada tão no assédio sexual quanto nas situações em que a mulher é forçada a fazer sexo contra a sua vontade, seja por um estranho ou por seu cônjuge nesse caso, designado estupro conjugal. A médica psiquiatra Claudia Facuri, que integrou a equipe de atendimento à violência sexual do Nosocômio da Mulher Dr. Segundo o levantamento, entre eforam notificados Nesses casos, o aborto só pode ser realizado no SUS. Mas nem todas as mulheres conseguem acesso a tudo o que a lei prevê.

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